Author name: Denise Maria Costa

Inferno de R.H.: porque no inferno também tem expediente

Por Denise Maria Costa Inferno de R.H., dirigido por Arthur Machado de Oliveira, constitui seu lado cômico a partir de uma premissa tão surreal quanto familiar: o inferno é organizado como um meio corporativo. É difícil deixar de estabelecer um paralelo com o filme Os Fantasmas se Divertem, de Tim Burton, sobretudo pela elaboração de

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A potência do não dito em A Gente Faz Amor por Telepatia

Por Denise Maria Costa Em A Gente Faz Amor por Telepatia, dirigido por Gabriella Andrade e Pietra Spindola, o flerte estabelece não apenas o tema central da trama, mas também seu recurso mais significativo para desenvolver o processo de atração entre as personagens principais. O interesse mútuo entre as duas mulheres se desdobra sobretudo através

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Elegia: quando a morte não iguala

Por Denise Maria Costa Realizado como trabalho de conclusão de curso do diretor, Elegia carrega consigo a aspiração em testar possibilidades, de colocar em ação aquilo que foi aprendido durante a graduação e, sobretudo, de descobrir até onde esses elementos podem conduzir uma narrativa. Elegia exibe muitas ideias, formulações, imagens, situações alegóricas e dimensões que

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Paty: a monstruosidade como resposta à violência patriarcal

Por Denise Maria Costa Em Paty, a diretora Maria Luiza Staut parte de uma situação que se mostra assustadora para a maioria das mulheres: estar sozinha à noite em um espaço deserto e perceber a aproximação de um homem que representa uma ameaça. O contexto apresentado mobiliza todo um imaginário social desesperador já conhecido: a

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