Edição : 2026

Paty: a monstruosidade como resposta à violência patriarcal

Por Denise Maria Costa Em Paty, a diretora Maria Luiza Staut parte de uma situação que se mostra assustadora para a maioria das mulheres: estar sozinha à noite em um espaço deserto e perceber a aproximação de um homem que representa uma ameaça. O contexto apresentado mobiliza todo um imaginário social desesperador já conhecido: a

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Lena – O rio entre aqueles que vão e os que ficam

Por Thiago Reinaldo Na primeira Mostra Competitiva da noite, a 9ª edição do Metrô nos introduz numa jornada tortuosa por sentimentos múltiplos. Do horror à comédia, a mostra se propõe a designar caminhos para enxergar novas maneiras de expressão do cinema universitário com obras cheias de personalidade. Entre os filmes apresentados, Lena, dirigido por Lanna

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CLARO/ESCURO

por Manu Couto Associa-se muito o cinema de horror ao espaço noturno. A noite, a escuridão, a lua são quem abraçam os monstros, os assassinos e os perturbados. Em Cecelia, entretanto, o vilão não esconde-se nas sombras. Sem refúgios, vemos o abjeto à luz do sol. a pessoa/animal que assombra a protagonista aparece em pleno

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Críticas de Mate-me Por Favor (2015), de Anita Rocha da Silveira

Mate-me Por Favor (2015), de Anita Rocha da SilveiraFilme de abertura Textos de alunos da Oficina de Crítica do 9º Metrô – Festival do Cinema Universitário Brasileiro 2015, onze anos depoisPor Anna Lia 2015 foi há onze anos atrás. Mas Mate-me Por Favor (2015) parece ser de antes, encapsulando uma adolescência pós-começo do milênio e

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