Edição : 2026

Estação Passagem: o primeiro passo de Matheus Olegário no cinema

Por Thiago Reinaldo Imaginar um filme em sete dias não é tarefa fácil, pode-se criar divinos momentos que logo se perdem no decorrer das cenas. Pode acontecer algum erro técnico, falta de equipamento ou até ausência de equipe para apoiar. Apesar de todas as possibilidades que fazer um filme em tão pouco tempo tem de

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A Estrela-ilha e o Peixe-pássaro: transbordar em afeto

Por Duda Pereira O luto transforma diversos pedaços do mundo e, no caso de A Estrela-ilha e o Peixe-pássaro, impulsiona quem fica em direção a uma jornada de resgate da vida. Vestígios de glitter na pele parecem indicar que o afeto deixa marcas por toda a parte. Através da estética sensível do amor, Áquila Félix

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Sessão Competitiva 3: Novos Românticos – Da Simples Linguagem Do Amor

por Manu Couto não sei dar afetose não for diretonão quero lutar taekwondo nósnão vamos dar certomas fica por perto “Taekwondo”, por Pianocoquetel A Sessão Competitiva 3: Novos Românticos dispõe de um charme discreto. Trata do amor não pela sua paixão, sua intensidade, aquilo que arrebata, mas por sua delicadeza, os detalhes que surgem e

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AQUILES ERA UM TWINK, ou um bolinho ana maria

Por Wiliam Tonon O termo twink, amplamente entranhado na cultura LGBTQIAPN+ contemporânea, é tão comum a nós que até é difícil conceituá-lo. Acredita-se que a “categoria” tem origem no icônico bolinho norte-americano chamado “twinkie”, muito semelhante ao que conhecemos como um bolinho “Ana Maria” no Brasil. Uma pequena massinha de baunilha recheada com um creme

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Elegia: quando a morte não iguala

Por Denise Maria Costa Realizado como trabalho de conclusão de curso do diretor, Elegia carrega consigo a aspiração em testar possibilidades, de colocar em ação aquilo que foi aprendido durante a graduação e, sobretudo, de descobrir até onde esses elementos podem conduzir uma narrativa. Elegia exibe muitas ideias, formulações, imagens, situações alegóricas e dimensões que

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Palavra infantil ainda sonha fabulação: sobre Os Ladrões do Brasil

por Duda Pereira Na noite da 2° Mostra Competitiva, os espectadores presenciaram uma sala inteira em escuro, uma tela preta que não parecia ter intuito de terminar. Enquanto isso, a narração do filme prosseguia sem demonstrar se importar com essa mudança. Na experiência do cinema, o público se conforta com a certeza de estar diante

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O FEMININO, NA PRESENÇA E NA AUSÊNCIA; uma análise da SESSÃO COMPETITIVA 1: A NOVIDADE ESTÁ PARA SE REVELAR

por William Tonon A primeira sessão competitiva do Metrô abre com uma piadinha de 5 minutos chamada Paty. O curta se inicia com uma coelhinha saindo da cartola e a comum frase de início de apresentações circenses: “Senhoras e senhores, respeitável público {…}”. Escolha inspirada para uma abertura de sessão. Apesar do tema espinhoso do

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Emular novas estradas para o fim do mundo: sobre O fim da festa e lugares em florianópolis em q vc não está

Por Duda Pereira 2004, Ano Novo. Através da tela de uma cybershot, os fogos que anunciam uma virada temporal, uma disputa contra as novidades pessoais e as mudanças assustadoras. O Fim da Festa é uma dessas surpresas de uma onda de realizadores inspirados pelo New Queer Cinema, que rejeitam o julgamento moral de filmes normativos

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