Críticas 2026

AQUILES ERA UM TWINK, ou um bolinho ana maria

Por Wiliam Tonon O termo twink, amplamente entranhado na cultura LGBTQIAPN+ contemporânea, é tão comum a nós que até é difícil conceituá-lo. Acredita-se que a “categoria” tem origem no icônico bolinho norte-americano chamado “twinkie”, muito semelhante ao que conhecemos como um bolinho “Ana Maria” no Brasil. Uma pequena massinha de baunilha recheada com um creme

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Elegia: quando a morte não iguala

Por Denise Maria Costa Realizado como trabalho de conclusão de curso do diretor, Elegia carrega consigo a aspiração em testar possibilidades, de colocar em ação aquilo que foi aprendido durante a graduação e, sobretudo, de descobrir até onde esses elementos podem conduzir uma narrativa. Elegia exibe muitas ideias, formulações, imagens, situações alegóricas e dimensões que

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Palavra infantil ainda sonha fabulação: sobre Os Ladrões do Brasil

por Duda Pereira Na noite da 2° Mostra Competitiva, os espectadores presenciaram uma sala inteira em escuro, uma tela preta que não parecia ter intuito de terminar. Enquanto isso, a narração do filme prosseguia sem demonstrar se importar com essa mudança. Na experiência do cinema, o público se conforta com a certeza de estar diante

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O FEMININO, NA PRESENÇA E NA AUSÊNCIA; uma análise da SESSÃO COMPETITIVA 1: A NOVIDADE ESTÁ PARA SE REVELAR

por William Tonon A primeira sessão competitiva do Metrô abre com uma piadinha de 5 minutos chamada Paty. O curta se inicia com uma coelhinha saindo da cartola e a comum frase de início de apresentações circenses: “Senhoras e senhores, respeitável público {…}”. Escolha inspirada para uma abertura de sessão. Apesar do tema espinhoso do

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Emular novas estradas para o fim do mundo: sobre O fim da festa e lugares em florianópolis em q vc não está

Por Duda Pereira 2004, Ano Novo. Através da tela de uma cybershot, os fogos que anunciam uma virada temporal, uma disputa contra as novidades pessoais e as mudanças assustadoras. O Fim da Festa é uma dessas surpresas de uma onda de realizadores inspirados pelo New Queer Cinema, que rejeitam o julgamento moral de filmes normativos

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Paty: a monstruosidade como resposta à violência patriarcal

Por Denise Maria Costa Em Paty, a diretora Maria Luiza Staut parte de uma situação que se mostra assustadora para a maioria das mulheres: estar sozinha à noite em um espaço deserto e perceber a aproximação de um homem que representa uma ameaça. O contexto apresentado mobiliza todo um imaginário social desesperador já conhecido: a

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Lena – O rio entre aqueles que vão e os que ficam

Por Thiago Reinaldo Na primeira Mostra Competitiva da noite, a 9ª edição do Metrô nos introduz numa jornada tortuosa por sentimentos múltiplos. Do horror à comédia, a mostra se propõe a designar caminhos para enxergar novas maneiras de expressão do cinema universitário com obras cheias de personalidade. Entre os filmes apresentados, Lena, dirigido por Lanna

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