crítica de cinema

Os mortos vêm falando: a imagem humanizada em Castelos de Areia, de Giuliana Zamprogno

por Malcom Rios Farias Se tudo que é sólido desmancha no ar, “Castelos de Areia”, curta-metragem dirigido por Giuliana Zamprogno exibido na oitava edição do  Metrô – Festival do Cinema Universitário Brasileiro, consegue transformar uma vida passageira em eterna na memória dos espectadores. A diretora faz uma autópsia de vídeos gravados por e sobre seu […]

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Um balé de vacilos em Amigos de Risco, de Daniel Bandeira

por Juno Lima “Amigos de Risco”, filme da sessão de abertura da 8a edição do Metrô – Festival do Cinema Universitário Brasileiro, dirigido por Daniel Bandeira, nos faz reviver aquele “rolê amaldiçoado”, do qual muitos de nós já fomos vítimas. Nas ruas de Recife, as que os turistas não chegam a conhecer, acompanhamos o tal

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Dobras e sobreposições de memórias em Castelos de Areia, de Giuliana Zamprogno

por Maria Eduarda Glodsienski A memória se materializa em arquivos VHS digitalizados em Castelos de Areia (2025), curta-metragem dirigido por Giuliana Zamprogno e exibido na 8ª edição do Metrô – Festival do Cinema Universitário Brasileiro. No filme, a diretora nos convida a um passeio por sua  infância para conhecer Nino, seu pai já falecido. O

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Néctar do Tempo: protagonistas do cotidiano, por Giovanna Bohrer e Glauber Machado

É comum que hoje, em resultado do capitalismo como sistema econômico vigente e da consequente visão da arte como um produto, o cinema, em particular, adquira características que busquem se enquadrar na magnitude das grandes produções comerciais. Há uma perversa busca por grandeza, por uma jornada épica que satisfaça os padrões do cinema como indústria.

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Corpos em Fronteira: A Jornada de Nico Luna, por Patrícia Ressurreição

No curta-metragem dirigido e protagonizado por Nico Luna, a narrativa foca nas experiências de um corpo estrangeiro, explorando seus desejos e deslocamentos. O filme mistura ficção e realidade para abordar a movimentação desse corpo e seus encontros com o novo. A utilização de espanhol e portunhol enfatiza a transição entre fronteiras literais e simbólicas. As

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Quais são as viagens que queremos viver?, por Pepe Reis

O ser humano ainda não habitou Marte. O mundo não acabou em 2012. A Terceira Guerra Mundial ainda não começou. Será mesmo? O futuro do Universo, por mais claro que seja para alguns, é sempre alvo de especulação no chamado Antropoceno. Difícil seria descrever em poucas palavras os acontecimentos que marcam a presença humana na

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Glauber Machado sobre a Mostra Competitiva 5

Assim como já bem observado por meu colega de júri, Luiz Eduardo Kogut, percebo em muitos dos filmes que estiveram presentes no 7º Festival Metrô de Cinema Universitário uma pulsão de retratar uma ideia de cinema jovem. Muitos desses filmes foram realizados por jovens universitários, e lidam com as tensões e dinâmicas de um filme

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Fulano e os Desafios da Vida: Humor e Reflexão, por Patrícia Ressurreição

O filme segue Fulano, um homem insatisfeito com seu trabalho e alvo de piadas constantes. Apesar do bullying, ele enfrenta as dificuldades com humor e uma atitude otimista, deixando o público incerto se ele está apenas se conformando ou tentando sobreviver a um dia difícil. Em um dia de trabalho, Fulano, vestido como um colchão

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AGARRA: a fluidez no estático, por Giovanna Bohrer

É uma tradicional música de festa junina que nos apresenta à AGARRA, curta-metragem dirigido por Clara Estolano. Quando a tela preta cede à imagens de bandeiras coloridas, comidas e vestimentas clássicas deste tipo de celebração, temos certeza do ambiente em que estamos. Há, no entanto, algo que chama a atenção e já destaca a obra

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Pedaço de um instante épico, por Victor Souza

A tela do cinema, na sua enormidade, muitas vezes permite que a gente viaje um pouco enquanto assiste algo. Ao se abrir como uma janela para outro mundo, a tela do cinema da “linguagem clássica” oferece a experiência de descobrir realidades parecidas com a nossa, mas com regras muito próprias, situações que são consequências de

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